Nossa Destark de fevereiro é a Sheila Vale, que entrou na Stark há pouco tempo e, desde então, mostrou uma grande evolução. Nesse ano ela já fez até uma maratona, na Disney, Confira um pouco sobre sua história com a corrida e com a Stark.


“O ano era 2016 e uma amiga me convidou para correr 5 km no Pão de Açúcar. Eu não corria 100 m como ia correr 5 km?! Mas sempre gostei de desafios e topei me inscrever. Logo em seguida soube que meu patrão, Ivan Bezerra de Menezes, gostava de correr também. Conversando com ele montamos um projeto na empresa buscando mais saúde e qualidade de vida dos funcionários. Em 2016 inscrevemos 3 equipes já para participar da tradicional corrida Pão de Açúcar. O projeto cresceu e 3 anos depois tínhamos mais de 40 equipes inscritas sob orientação do prof Telmo Maia. O resultado eram relatos de funcionários mais saudáveis, parando de fumar, bebendo menos e passei a conhecer pessoas em setores que eu não tinha contato nenhum na fábrica. Logo percebi que a corrida era algo bem especial, porque com ela ganhávamos saúde e amigos.
Então, de lá até aqui, já foram muitos kms, as distâncias foram crescendo e os desafios aumentando. Já corri 4 maratonas e já estou pensando na próxima, que será junho em Floripa. Agradeço a toda equipe da Stark pelo profissionalismo e competência que conduzem a assessoria. Em poucos meses melhorei bastante meu desempenho e estou bem feliz com os resultados.
Quando me perguntam o que a corrida tem de bom eu sempre respondo: primeiro ganhamos mais saúde, correndo precisamos cuidar bastante do nosso corpo, além disso, hoje tenho certeza de que a gente sempre pode ir um pouco mais longe, não importa o quanto você esteja cansado, com treino e disciplina, a mente comanda seu corpo e leva você além dos limites que você acreditava. E para finalizar, a corrida trouxe amigos maravilhosos que hoje fazem parte da minha vida. Já são muitos kms percorridos juntos , partilhamos conquistas, desafios, dores e alegrias, nesse caminho dividimos sonhos e  angústia, choramos e sorrimos, sempre buscando ir um pouco mais distante e, assim, aprendi que a corrida não é esporte individual como eu pensava.”