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Primeiramente eu queria agradecer a Tamara pelo convite para ser o destark do mês, sem dúvida é uma honra entrar para este seleto grupo, agora gostaria de me apresentar. Meu nome é Daniel, estou me graduando este ano em Direito, uma das minhas paixões. Sou casado com Flávia que também é a mais nova adepta das corridas e tenho dois filhos Danielzinho de 11 e Bruno de 5 anos.
Antes de escrever, reli alguns dos relatos dos meus colegas e observei que todos temos muitas coisas em comum. Em primeiro lugar, o significado que a corrida passou a ter em nossas vidas. Foi primordial para uma mudança nos hábitos de muitos e na verdade passou a ser o equilíbrio, uma vez que alguns de nós, dentre os quais eu me encontro, vimos das agitadas vidas noturnas, do estresse da correria do trabalho, do sedentarismo, e excesso de peso.
Então, determinado a perder peso, comecei a correr e a partir daí a corrida passou a ser uma paixão. Mudei minha forma de viver, de me alimentar e de me divertir, mudei minha vida de maneira geral, e hoje os amigos perguntam “tudo isso por causa da corrida?” E eu respondo simplesmente que sim porque aprendi o valor de amar a amar a mim mesmo, e quando nos amamos somos capazes de amar, a começar pela família, pois com certeza passaremos mais tempo juntos e a prática da corrida me proporcionou enxergar a importância disso. Ela nos trás os desafios que, a cada semana, tentamos atingir através da Stark, que nos ajuda e orienta traçando metas e estimulando para que possamos superá-las.
Mas, como tudo na vida só depende de nós mesmos, comigo não poderia ser diferente. Comecei fazendo caminhadas, pesando aproximadamente 15kg a mais do que peso hoje; treinava no Parque Adahil Barreto e caminhava 40 a 50 minutos diariamente. Nos fins de semana ia caminhar na Beira Mar, quando comecei a observar as pessoas correndo e ficava imaginando se um dia eu conseguiria correr aqueles 3 km da Beira Mar, mas para conseguir isso eu teria, pelo menos, que começar a correr, e comecei. Dei uma volta inteira no parque (o equivalente a 800 m), no dia seguinte consegui duas e comecei a me preparar em busca de obter mais êxito, quando com isso vieram as dificuldades: primeiramente a falta de alimentação adequada, depois o sono e a preguiça, tentavam me vencer. Mas depois de conseguir dar três voltas naquele parque, resolvi treinar na Beira Mar, em busca do meu objetivo inicial (fazer os 3 km). Foi quando conheci os grupos de corridas, mas até aí ainda estava por minha conta.
  
Passaram-se cinco meses, desde o princípio das caminhadas, quando disputei minha primeira corrida da Caixa Econômica (10 km) e obtive minha primeira vitória. Fiquei muito feliz com isso, mas percebi que estava fazendo tudo sem qualquer orientação e que, a qualquer momento, eu teria que parar se não procurasse um acompanhamento profissional; aí conheci a Stark, através da internet. Mais tarde soube que o Dedé (Wander) fazia parte dessa equipe e então, ele me levou para o primeiro treino na Unifor onde há uma excelente infra-estrutura esportiva. Também, Dedé demonstrou o elevado grau de seriedade com que a Stark trabalha. Agora, já passados cinco meses que participo da Stark sinto-me a cada dia mais apaixonado pelas corridas as quais me proporcionam outros prazeres, tais como observar as lindas paisagens ao som de boas músicas nos "longões" que realizamos no Porto da Dunas e Cocó.
Na Stark minha evolução foi bem maior, sinto mais segurança no que faço, empenhando-me em atingir objetivos cada vez maiores. Presentemente estou me preparando para participar das meias maratonas de Fortaleza e do Rio de Janeiro além de uma prova de duatlon e, quem sabe uma maratona em 2008.
Também, não poderia deixar de falar das grandes amizades que conquistei ao entrar na Stark como o Wander, o Zé Ximenes e o Rômulo igualmente companheiro de natação, sem deixar de mencionar o professor João e meu tio Augusto, companheiro das primeiras caminhadas. Registro minha gratidão à minha família de quem sempre recebi o melhor apoio e estímulo. Inicialmente para mudança de meus hábitos, ajudando-me desta forma no começo desta trajetória; depois com a adesão da minha esposa, Flávia, do meu irmão Márcio, momentaneamente contundido, mas logo estará de volta, e aos meus filhos que, brevemente, espero, serão adeptos da corrida ou de outro esporte já que apoio não lhes faltará.
Meus agradecimentos também a todos que fazem a Stark, Tamara, João, William, Laila, Helano e a todos os amigos.
Agora, vamos pra frente, vamos correr, gente!
Um grande abraço a todos.
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