Destark Novembro 2004 - Alexandre


Tamara, fiquei muito feliz com minha escolha para deStark do mês, pois, em que pese o pouco tempo de convivência com o grupo, já me sinto parte efetiva e integrante da família Stark.

Neste período, além de aperfeiçoar-me na prática desportiva, tive a grata satisfação de conhecer pessoas que me brindam com uma amizade sincera, serena e proveitosa. Espero manter-me à altura de nossa sadia comunhão.

Quanto a mim, muito pouco há a ser dito. Como sabem, gosto muito de correr, escrever livros e dar aulas. Também sinto inigualável prazer em compartilhar minhas atividades com a Sara, a quem dedico amor verdadeiro. Thaís e Alexandre (filho) também participam muito de nossas “aventuras”, o que nos enche de orgulho e nos une ainda mais em uma relação baseada no amor, carinho e amizade. Prefiro, a partir de agora, ofertar-lhes um texto de Jorge Luiz Borges, sintetizando todo o apreço que tenho por vocês e pela vida:

“Se pudesse viver novamente a minha vida, na próxima cometeria mais erros. Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais. Seria mais tolo do que tenho sido. Na verdade, bem poucas coisas levaria a sério. Seria menos higiênico. Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais o entardecer, subiria nas montanhas, nadaria em mais rios. Iria a mais lugares aonde nunca fui, tomaria mais sorvetes e comeria menos lentilhas, teria mais problemas reais e menos problemas imaginários. Eu fui uma dessas pessoas que viveram sensata e produtivamente cada minuto de sua vida; claro que tive momentos de alegria. Mas, se pudesse voltar a viver, procuraria ter somente momentos bons. Porque, se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos; não percam o agora. Eu era um desses que nunca iam a parte alguma sem um termômetro, uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um pára-quedas; se voltasse a viver, viajaria mais leve. Se eu pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço no começo da primavera e continuaria assim até o fim do outono. Daria mais voltas de carrossel, contemplaria amanheceres e brincaria mais com crianças, se tivesse outra vez a minha vida pela frente. Mas, como vocês sabem, tenho 85 anos e sei que estou morrendo”.

Valeu!!! Beijão para vocês e um agradecimento especial para Tamara e Sônia.

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